video-divulgação da Rede V2V
A pergunta que não quer calar: Podem mesmo as redes sociais fazer a diferença? Em paÃses com dicotomias de oportunidade e problemas sociais severos, mas onde sobre vontade e espÃrito de solidariedade, podem sim.
Será que a Internet veio para isso? Uma mudança cultural sem precedentes, conectando mentes mundo afora. Começou como tecnologia militar, passou para o meio acadêmico, de inÃcio nos EUA e, em pouco tempo, espalhou-se. Aà vieram os empreendedores capitalistas, de olho no eldorado virtual, e os empreendedores sociais, como é o caso do IBASE, da Rede Integrada do 3º Setor (RITS), do Portal do Voluntario, e de tantos outros.
Hoje, não dá mais para falar de solidariedade de forma ingênua, assistencialista ou populista, como fazem certos polÃticos. Muita gente associa Cidadania a Inclusão, o que é válido, sem dúvida. Mas a Emancipação é o que faz a diferença. A inserção, sem os instrumentos cognitivos necessários para participar, opinar e ser ativo, de que adianta? É preciso saltar da cultura da passividade, de um povo (mal) acostumado a Salvadores da Pátria e Sassás Mutemas, para a uma cultura ativa, de participação e, por isso mesmo, de crescimento pessoal. O conhecimento tem que ter um braço na autocrÃtica, para ser contextualizado e ter valor social.
Veja o interessante artigo Gestão de programas de voluntariado – De voluntariado fordista para voluntariado em rede, de BRUNO AYRES e FABIANO MORAIS, falando da nova fase do “Voluntariado em Rede”, substituindo o “Voluntariado Fordista”, que caracterizava as iniciativas até então. E sobrando um tempinho, não deixe também de ler Pacto pela Inteligência, por ANDRÉ FONSECA.
Boas inspirações e leitura.



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