Alguém ainda duvida do poder da imagem na Sociedade da Informação?
É triste quando vemos inovações e projetos pedagógicos definhando, nati-mortos, porque teimaram em não considerar a influência das novas mÃdias.
No Brasil, convivem duas grandes exclusões: a digital e a educacional.
Não adianta combater uma sem combater a outra…
Em tempos atuais, um “tuba” daqui e o outro “tuba” de lá.
E o diálogo? É mediado, ora bolas…
Entendendo a mediação em 3 nÃveis:
1º nÃvel: comunicação
A Comunicação media a Informação, que reflete significados.
Foi dessa forma que aprendemos no colégio. É como a mÃdia de massa pauta seus caprichos. E é como o próprio constructo “comunicação” se define.
2º nÃvel: interface
A Comunicação é mediada pela Internet, onde se refletem os significados.
Aqui se vê o papel central da tecnologia na comunicação. Do wireless à fibra ótica, da central comutada à central digital, os fluxos do que se ouve, vê ou fala estão mediados por tecnologia.
3º nÃvel: informação
A Informação é mediadora da Comunicação, que pode ou não ocorrer.
É a nova lógica, né!
Nesses grandes spots multimidiáticos da Internet – youtube, blogs, fóruns, wikies, portais -, a comunicação aperece segmentada, espalhada pelos inúmeros “debates” e comentários que se seguem à cada Ãtem.
Para se comunicar, antes é preciso encontrar o assunto -alvo. Entendendo que este assunto pode estar em mais de um lugar, mais de um formato, mais de um idioma.
Vivemos, de certa forma, o princÃpio da Era da Enciclopedização do Saber, onde as palavras-chaves são o caminho que levam ao saber.
Os arautos da velha mÃdia apostavam no encanto mágico da comunicação passiva. Na nova mÃdia, a informação assume o estrelato, secundada pela comunicação. Informação agora é ativa e definitivamente fragmentada.
Quem ainda acha que o mundo parece ter ficado mais caótico, é porque ainda não sabe lidar com essa fartura. Pensar no velho paradigma não adianta.

É preciso desenvolver os filtros para lidar com informação. Comece pela rede de amigos mais próximos, depois amplie.
Entenda que o relevante agora, é processar informações que façam sentido, desfragmentando o que parecia irremediavelmente solto.
Confundi ou fiz pensar?
Comenta ae…
Abç. Alexandre


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