Somos mesmo minipeças neste imenso maximecanismo universal.
De foto em foto, de missão em missão, há muito o que se investigar.
Que avanços instrumentais seriam necessários, por exemplo, para que o Hubble pudesse auxiliar na pesquisa de vida em outros Planetas?
O “gargalo” é só instrumental ou seria moral também?
É isso que quero abordar nesse texto…
Durante séculos, se cristalizou na cultura uma verdade conveniente – de que a Terra possui o monopólio da vida no Cosmos.
Nada mais estapafúrdio – uma improbabilidade estatística, diante de tamanha imensidão cósmica. Nesse campo, a ciência apenas especula sobre a verdade.
As teorias onde a vida é obra do “acaso” não explicam nada. Tampouco adianta dizer que a vida é obra de uma “mutação provocada por certas condições”.
Dizer então que a vida (matéria animada) deu um salto ontológico direto da matéria inanimada (o início dos tempos, a grande explosão) é o mesmo que dizer que a inteligência, a autoconsciência e toda a complexidade orgânica deriva da pedra. É de “lascar” (sem trocadilho). Melhor dizer que não sabe…
Numa linha alternativa, tem a “Panspermia”, teoria que considera a vida tendo chegado a Terra através de micro-organismos espaciais, viajando junto com algum cometa que colidiu conosco há milhares de anos e que, aqui, teriam encontrado “condições especiais” para se desenvolverem.
Teoria razoável, apenas, apesar de incorrer também em duas dificuldades: explicar como esses micro-organismos teriam surgido e explicar como derivaram na complexidade, como a conhecemos hoje.
É uma pena que esta civilização esteja imersa no antropocentrismo preconceituoso (problema moral, mais do que científico) para compreender hipóteses bastante razoáveis e plausíveis, tais como:
existem inúmeras formas de vida, e nem todas são biológicas (teoria dos corpos imateriais);
os seres situados na escala evolutiva além do homo sapiens são raros neste planeta, o que não quer dizer que não existam ou não atuem anonimamente, de alguma forma;
há inúmeros planetas habitados, sendo este Planeta apenas mais um;
já somos visitados (e auxiliados) por outros seres desde nossa origem.
Só para lembrar, a Ufologia já fez aniversário de 60 anos. Não é mais mistério para quem se dispõe a estudar o que os governos não querem admitir. Há centenas de casos, depoimentos e relatos pessoais, que não podem ser classificados como mera fraude.
Contrastes: Em mais uma atitude vanguardista que lhe é peculiar, a França anunciou recentemente que abriria seu banco de dados de pesquisas ufológicas à comunidade, via Internet. Mas ainda há os que preferem a pseudo-segurança do auto-engano ao enfrentamento da verdade relativa de ponta.
Essa geração convive com uma pressão que é cada vez maior para que as informações “oficiais” sejam liberadas (em inglês).
Do ponto de vista psicológico, apesar da exploração do medo e do catastrofismo pelo cinema ficcional, também se pode alegar que foi esta mídia que em âmbito mundial tomou para si o papel da desensibilização das massas para a fenomenologia ufológica, na medida em que, de dose em dose, vai preparando as mentes para a catarse emocional do “primeiro encontro”.
Do ponto de vista da Exopolítica, que examina as implicações políticas da presença extraterrestre (em inglês), já se fala na vanguarda da “futura” política intergalática, que rege(regeria) o intercâmbio entre civilizações.
E, na perspectiva histórica, o correr do tempo favorece a dissipação dos inconvenientes para esta ou aquela testemunha ocular, em geral, “amordaçada à forceps” e vivendo à sombra deste ou daquele poder estabelecido.
Uma observação lógica: Seres mais desenvolvidos, de Planetas longínquos, têm(teriam) todas as razões para olhar com cautela e experienciar de longe a “quarentena cósmica” da Terra, pois além do problema dos anticorpos (ameaça imunológica) num contato mais ostensivo (de lá pra cá e daqui pra lá), existe também a triste realidade ética do modelo cultural em vigor.
Eis o que os “ilustres visitantes”, mais evoluídos, poderiam dizer sobre este Planeta, se aqui viessem para observar: a saga do homo sapiens registra surtos de desenvolvimento permeados por culturas imperialistas – o “vale-tudo” do poder – basicamente beligerante, autofágica, (auto)corrupta, de esgotamento de recursos e de desrespeito crônico e cínico pela vida.
Lembremos também da máxima científica: Sempre se pode encontrar evidências que caibam dentro das teorias já aceitas. Difícil é desbravar a nova evidência, para construir a partir dela, as novas teorias.
Daí que quem não desafia os paradigmas e as maneiras anacrônicas de pensar, arrisca-se a viver no escuro, como no “Mito da Caverna” (de Platão).
Só mesmo com muita arrogância para achar que o nosso modelo de vida seria referência universal para encontrar todas as possibilidades de vida em outros planetas / galáxias.
[UPDATE] Pesquisa Nacional sobre Percepção Pública em C & T – Ciência e Tecnologia, disponível no site do Ministério de Ciência e Tecnologia
Na pesquisa atual (2007, pág. 24), 41% dizem ter “muito interesse” em C & T. A categoria “Astronomia e Espaço” é a menos votada (7%, ou 2,8% da mostra total), apesar da categoria “Novas Descobertas” ser a segunda melhor rankeada (35%, ou 14,2% da mostra total).
Na comparação com a pesquisa anterior (1987, pág. 21), 31% se dizia “muito interessado” em C & T. Em relação ao interesse sobre a categoria “Ciências Extatas / Astronomia”, apenas 3% da mostra total disseram buscar informações nessa área.
O que essas informações sugerem? Que a avidez popular por novidades não abrange o Cosmos? Que não há nada no Cosmos que justifique curiosidade? Que apenas 3% das pessoas questionam sobre o sentido da vida apenas neste Planeta perante a imensidão do Cosmos? Ou ainda que não se espera da Ciência respostas nesse campo de estudos?
Quem pergunta quer resposta: Qual seria o “peso” da mistificação “oficial” sobre a vida além-Terra no resultado dessas pesquisas de percepção pública? Poderia estar relacionado de alguma forma?
Um abraço
Alexandre



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TEORIA DO UNIVERSO FLUXONÁRIO ESTRUTURANTE A PARTIR DO ESPAÇO DENSO, e TEORIA DA ENERGETICIDADE E RADIAÇÃO.
Autor – Ancelmo Luiz Graceli.
Ancelmoluizgraceli@hotmail.com
Tel. 27- 32167566
Rua Itabira, nº 5, Conjunto Itapemirim,
Rosa da Penha, Cariacica, E.S. cep.29143 -269.
Brasileiro, professor, graduação em filosofia e pesquisador teórico.
Livros publicados- ASTRONOMIA, e MUNDO DAS INTERAÇÕES FÍSICAS.
Colaborador – Marcio Piter Rangel.
Trabalho apresentado a SECT- Espírito Santo- Brasil.
E a Sociedade Brasileira de Física.
Introdução publicada na WEB pelo Portal Fator Brasil – Canal Perfil. No dia 30.01.2008.
Se outras teorias com fundamentos e formulas tiveram aceitação, por que estas não terão? Pois, possui todos os fundamentos e todas as formas de cálculos, e que se confirmam com a realidade e a observação até hoje alcançada. Com mais de cento e dez fórmulas, com as mais variadas formas de se calcular um mesmo fenômeno, com mais de duzentos fundamentos em todas as áreas da física moderna. Inclusive, com novas previsões dentro da cosmologia e astronomia.
Apresentado a Revista de Ensino da SBFISICA. Soced. Bras. de Física.
Brazilian Journal of Physics – SBFISICA
[EDITADO] Não sei porque o Anselmo resolveu colocar aqui o restante do texto apresentado, já que se trata de um campo de comentário… Bastava usar o utilíssimo recurso do link…
http://cosmologie-cosmofisica-graceliana.blogspot.com/
Assunto que muito me interessa.Já foi descoberto a existencia de um planeta que seria o décimo no sistema solar, é o planeta X ou o planeta intruso de que falam que causariam a destruição, grande devastação e o fim de nosso planeta. Acredito que esse planeta será higienizador, pois possui um poderoso imã planetário, absorvendo da atmosfera do nosso globo as energias deletérias.Tudo que aqui tem de ruim quando ele passar vai levar com ele, fazendo a limpeza.Nosso planeta deixará de ser um planeta de provas e expiações para se tornar um planeta regenerador.E, assim como viemos expurgos de capela, por que não acreditar na vida em outros planetas.O universo é tão grande que não podemos pensar que estamos sós.
Alexandre,
Penso vivenciarmos a fase de maior nível de ignorância no planeta, de certa forma mantida pela nossa postura de manutenção da zona de conforto e da forte robotização exercida na sociedade.
Nossa humanidade ainda mesquinha, egoísta e isolacionista, ajuda quem deseja manter a realidade não acessada de forma transparente, pois isso acarretaria na queda de muitos tabus e “poderes paternalistas”.
Abraço,
É isso aí, Leandro
A questão é que, por trás da cultura de sonegação, existe o jogo sórdido da perpetuação no poder de uma classe política que, pela SUA lógica, vai eliminando uma a uma as ameaças, sobretudo as neosinápticas.
Afinal, o pressuposto da dominação ideológica está justamente na falta de questionamento e de lucidez contextual do dominado.
Por isso o tabu do isolacionismo cósmico se mantém vivo e, com ele, apesar das evidências contrárias, a cegueira evolutiva.
Abraço forte
Como diria sabiamente Carl Sagan, “Se não existe vida fora da Terra, então o Universo é um grande desperdício de espaço!”
Apesar de nunca ter tido contato com “seres extraterrestres” nem avistado luzes sinistras, disco voadores, etc… ocorreu um fato digamos que curioso, quando tive a chance de visualizar 3 OVNIs recentemente, todos em uma mesma noite. E sem fazer alardes, como a definição mesmo diz eram apenas objetos que não consegui identificar. Por sorte e pra não passar por mentiroso, tive outra testemunha que estava próxima e pode também olhar na ocular do telescópio os dois primeiros que vi, só o último que não deu tempo. Mas com meu conhecimento em Astronomia (tenho muito ainda que aprender, mas já possuo uma bagagem razoável) e buscando o lado mais plauzível cientificamente, excluo certas possibilidades que qualquer ser pensante excluiria. Uma delas é a dos objetos serem satélites artificiais (os famosos Iridium Flares e outros, visíveis até mesmo a olho nú dependendo da poluição luminosa da cidade); outra seria a de ser uma sonda espacial, a centenas de milhões de quilômetros, já que a velocidade da mesma seria bem lenta, o que não foi o caso dos OVINIs em questão; e a terceira, “naves-extraterrestres” vagando pelo cosmos, simplesmente por eu não poder provar isso.
O que eu poderia chutar e dizer que tenha visto, seria lixo espacial, nada mais que detritos muito pequenos vagando pelo espaço, talvez um parafuso, uma porca bem próximos da Terra já que a gravidade os atrairiam. Mas essa hipotese também é muito vaga, já que observei o ocorrido com um telescópio de 300mm e uma ocular de 20mm, um telescópio bom até mesmo para pesquisas científicas. O 1º visualisei na região do aglomerado da borboleta (Butterfly Cluster). Ele possuia magnitude mais fraca que as mais fracas das estrelas do aglomerado, o que beira Mag=14. Então não é fácil provar que era apenas um detrito vagando perto da Terra, já que isso também estava a pelo menos centenas de milhões de quilômetros de nós. Os outros foram similares mas na região da nebulosa de Órion e o outro no Wild Duck Cluster, próximo ao 1º. Até agora não sei o que foi e estou pesquisando a respeito.
Enfim, disse tudo isso pra afirmar que acredito muito que não estamos sós na grande vastidão do cosmos. Mas apesar de crer nisso, não podemos tentar achar explicação de algo que ainda não conseguimos provar, nas chamadas falsas-ciências como é o caso da Ufologia. Onde tudo que se sabe é que ainda não foi constatado nenhum contato, nenhuma prova de que realmente há OVINIs que vagam próximos de nós, e que muitas das suas evidências são na verdade fraudes, e muitas outras estórias que não foram analisadas a fundo. Essa Operação Prato na Amazônia é um fato intrigante que merece ser analisado por completo pra chegarmos a mais conclusões e seus debobramentos.
Pra não estender mais esse comentário, finalizo com algumas outras frases bem interessantes do mesmo Carl Sagan. Recomendo seu documentário “Cosmos”, que de início pode parecer um pouco sonolento, mas fala muito sobre o assunto que é discutido no post além de ciência em si. Está um pouco desatualizado já que foi feito na década de 80. Esse maluco foi um grande visionário e contribuiu e muito para ciência. Trabalhou diretamente nos programas Apollo junto aos astronautas, programas Mariner e Viking, nas missões Voyager e na sonda Galileu.
Existem dois livros excelentes sobre o assunto, um é “Contato” e “Pálido Ponto Azul”, também de Carl Sagan.
Segeum as frases:
“A ausência de evidência não significa evidência da ausência.”
e,
“Alegações extraordinárias exigem provas extraordinárias.”
Fala Pedro
É preciso perspicácia para lidar com assuntos polêmicos. É preciso entender a Ciência para além de um corpo científico neutro, e ver como se dá o embate epistemológico no cerne das Cátedras e na epistemologia dominante. Conhecimento novo gera ameaças.
No assunto Ufologia, perceba a mistificação, a sonegação oficial e o jogo de interesses do poder político. Entenda que não faltam evidências, você somente não as verá no Jornal Nacional, porque não interessa como pauta. Apenas isso.
Além disso, é preciso perceber as bases e os limites do paradigma em que está inserido, e verificar se o objeto que está estudando admite novas explicações, não-restritas aos métodos cartesianos de sempre.
Se queres avançar nas investigações, comece pelo “Disclosure Project” (em inglês) http://www.disclosureproject.org
E se quiseres mais “pulga atrás da orelha”, procura no Youtube por “CROP CIRCLE 2010″.
Valeu. Alexandre