Cérebro é capaz de associar símbolos com palavras conhecidas
ASSOCIAÇÃO OCORRE MESMO INVOLUNTARIAMENTE, A PARTIR DA MEMÓRIA SINTÉTICA
3M D14 D3 V3R40, 3574V4 N4 PR414, 0853RV4ND0 DU45 CR14NC45
8R1NC4ND0 N4 4R314. 3L45 7R484LH4V4M MU170 C0N57RU1ND0 UM C4573L0 D3 4R314, C0M 70RR35, P4554R3L45 3 P4554G3NS 1N73RN45.
QU4ND0 3575V4M QU453 4C484ND0, V310 UM4 0ND4 3 D357RU1U 7UD0, R3DU21ND0 0 C4573L0 4 UM M0N73 D3 4R314 3 35PUM4.
4CH31 QU3, D3P015 D3 74N70 35F0RC0 3 CU1D4D0, 45 CR14NC45
C41R14M N0 CH0R0, C0RR3R4M P3L4 PR414, FUG1ND0 D4 4GU4, R1ND0 D3 M405 D4D45 3 C0M3C4R4M 4 C0N57RU1R 0U7R0 C4573L0.
C0MPR33ND1 QU3 H4V14 4PR3ND1D0 UM4 GR4ND3 L1C40; G4574M05 MU170 73MP0 D4 N0554 V1D4 C0N57RU1ND0 4LGUM4 C0154 3 M415 C3D0 0U M415 74RD3, UM4 0ND4 P0D3R4 V1R 3 D357RU1R 7UD0 0 QU3 L3V4M05 74N70 73MP0 P4R4 C0N57RU1R. M45 QU4ND0 1550 4C0N73C3R 50M3N73 4QU3L3 QU3 73M 45 M405 D3 4LGU3M P4R4 53GUR4R, 53R4 C4P42 D3 50RR1R!
S0 0 QU3 P3RM4N3C3 3 4 4M124D3, 0 4M0R 3 C4R1NH0.
0 R3570 3 F3170 D3 4R314.
Técnica usada por Clarice Lispector em uma de suas poesias
ANTES DA POSSE:
Nosso partido cumpre o que promete.
Só os tolos podem crer que
não lutaremos contra a corrupção.
Porque, se há algo certo para nós, é que
a honestidade e a transparência são fundamentais.
para alcançar nossos ideais
Mostraremos que é grande estupidez crer que
as máfias continuarão no governo, como sempre.
Asseguramos sem dúvida que
a justiça social será o alvo de nossa ação.
Apesar disso, há idiotas que imaginam que
se possa governar com as manchas da velha política.
Quando assumirmos o poder, faremos tudo para que
se termine com os marajás e as negociatas.
Não permitiremos de nenhum modo que
nossas crianças morram de fome.
Cumpriremos nossos propósitos mesmo que
os recursos econômicos do país se esgotem.
Exerceremos o poder até que
Compreendam que
Somos a nova política.
APÓS A POSSE: LEIA DE BAIXO PARA CIMA
Palíndromos
FRASES QUE LIDAS DE TRÁS PARA FRENTE DÃO NA MESMA
Tucano na CUT
E até o Papa poeta é
O terrível é ele vir reto
A base do teto desaba
O teu drama é amar dueto
Laço bacana para panaca boçal
A droga do dote é todo da gorda
Oto come doce seco de mocotó
Reter e rever para prever e reter
Em roda, tropa, após a sopa, à porta dorme
Seco de raiva, coloco no colo caviar e doces
Alá Osama, o réu que eu quero, ama só Alá
Socorram-me. Subi no ônibus em Marrocos
Apologia da Letra “P”
APENAS A LÍNGUA PORTUGUESA NOS PERMITE ESCREVER ISSO.
Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português,
pintava portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar
porque preferiu pintar panfletos. Partindo para Piracicaba,
pintou prateleiras para poder progredir. Posteriormente,
partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí,
pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém,
pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas,
porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas.
Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal
para pedir permissão para papai para permanecer praticando
pinturas, preferindo, portanto, Paris. Partindo para Paris,
passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los. Pareciam
plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos,
preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras
pareciam precipitar-se principalmente pelo Pico, porque
pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada,
provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo
passo percorriam, permanentemente, possantes potrancas.
Pisando Paris, pediu permissão para pintar palácios pomposos,
procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza,
precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos,
perniciosos, preferindo Pedro Paulo precaver-se. Profundas
privações passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir
pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento,
provocando profundos pesares, principalmente por pretender
partir prontamente para Portugal. Povo previdente! Pensava
Pedro Paulo…
Preciso partir para Portugal porque pedem para prestigiar
patrícios, pintando principais portos portugueses. Passando
pela principal praça parisiense, partindo para Portugal,
pediu para pintar pequenos pássaros pretos. Pintou, prostrou
perante políticos, populares, pobres, pedintes.
- Paris! Paris! Proferiu Pedro Paulo.
- Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo
progredir. Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais,
porém, Papai Procópio partira para Província. Pedindo provisões,
partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para Papai
Procópio para prosseguir praticando pinturas. Profundamente
pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão,
penetrou pelo portão principal. Porém, Papai Procópio
puxando-o pelo pescoço proferiu:
- Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando,
pintas pior. Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia.
Por que pintas porcarias?
- Papai, proferiu Pedro Paulo, pinto porque permitiste, porém
preferindo, poderei procurar profissão própria para poder
provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal.
Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar,
procurando pelos pertences, partiu prontamente, pois pretendia
pôr Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: pedreiro!
Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir
peregrinando. Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, p
assando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas, pirarucus.
Partindo pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar
pertinho, para procurar primo Péricles primeiro. Pisando por
pedras pontudas, Papai Procópio procurou Péricles, primo
próximo, pedreiro profissional perfeito. Poucas palavras
proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles
profissionalizar Pedro Paulo. Primeiramente Pedro Paulo pegava
pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois
precisava pagar pintores práticos. Particularmente Pedro Paulo
preferia pintar prédios. Pereceu pintando prédios para Péricles,
pois precipitou-se pelas paredes pintadas. Pobre Pedro Paulo,
pereceu pintando… Permita-me, pois, pedir perdão pela
paciência, pois pretendo parar para pensar…
Para parar preciso pensar. Pensei. Portanto, pronto, pararei.



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