Adianta se indignar com o triste momento político nacional?
É óbvio que política e politicagem não são sinônimos. Óbvio também que nem todo político é lambão, como parece.
Mas também é óbvio que a (des)alienação política não pode se dar só na Universidade, ou só pelo massacre denuncista da mídia.
Não pode sequer esperar a corrida quadrienal do voto…
Faz exatamente 1 mês que perguntei: Que país é esse?
Hoje acrescento: que democracia é essa, que elege “autoridades” que não estão a altura do ofício, do que se lhes exige a ética. Alguém que não recebe bolsa-miséria ainda se sente representado por essa gente?
Ignorar as hipocrisias e desmandos do governo não pode fazer bem a saúde mental, né? Tem lógica, não tem? O país agradece…
Mas, não há só uma única lógica.
Psicologicamente falando, o estado de alienação cria uma “desconexão”. O efeito secundário é não se incomodar com nada.
Já dizia o Budismo: “sem o desejo, não há perturbação”. No limite dessa lógica, viveríamos mais “felizes”, quanto mais alienados fôssemos…
E aí, como é que fica?
Converse com alguma psicóloga(o) bem informada(o) e ela(e) lhe dirá que quem é capaz de elaborar sua dor, suas angústias, promovendo uma reciclagem emocional, é capaz de fazer a sua catarse.
Ao escrever e opinar conscientemente, à partir da autocrítica, conseguimos pensar nosso papel no mundo. A vitimização, destruidora de mentes e de ideais, perde sua razão de ser.
Ufa…
De volta ao ofício.
Dessa vez, arranjei um chará pra falar dos absurdos. Selecionei as lulices e canalhices do Caso Renan e o humor da população com as bizarrices, para dizer que eis mais um Alexandre boqui-aberto.
Com razão.
Como ele mesmo diz, por não ter paralisia cerebral, põe pra fora “aquilo” que já não aguenta mais esconder dentro de si.
Só não entendo como o Dr. Alexandre, esse autor bacana, insiste em editorar (e se irritar) com o Blogger sendo que já existe opção mais inteligente.
Essa nem Freud explica!!!
Perante os muitos matizes do falatório político, o cidadão está mais para vítima que para aprendiz.
Aprendendo o básico sobre poder pessoal, ética e relações de poder, sem cair nas armadilhas da política, já é possível sobreviver nessa selva.
Política não é Profissão, é Vocação!
Em destaque, a visão do importante pensador da globalização, o francês Robert de Herte (pseudônimo de Alain de Benoist), no texto La Hora de la Micro-Política (em espanhol).
Se quiser ler mais, veja minha aposta intelectual para formação de cidadania qualificada.
PS- Crédito da imagem, blog do Josias de Souza, com modificações)
Abç. Alexandre



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Privacidade zero esta internet hein…