Como as notícias distorcem a forma de ver o mundo

Palestra-Alerta da jornalista Alisa Miller.

É valida e interessante a representação gráfica das distorções. Que software será esse? Breve, mas significativo, mapeamento de algumas das causas da desinformação coletiva americana.

Meu destaque vai para 1.) o subinteresse na cobertura internacional, derivação do clássico eurocentrismo que só fez intensificar com o desastroso americanismo, e 2.) super-imposição espúria do jornalismo de consumo acima do jornalismo de reflexão.

Abraços
E boas reflexões :-)
Alexandre


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Marcha Mundial pela Não Violência

Entre a violência e a paz há um caminho que precisa ser percorrido: a não violência. Pensamento global e ações locais funcionam como estratégias para disseminar a não violência no planeta. A não violência é ativa e não passiva.

Participe da Marcha Mundial pela Não Violência!!!

A Marcha pela Não Violência começou em 2 de outubro (Dia Internacional da Não-violência) em Wellington, Nova Zelândia, e vai até 2 de janeiro de 2010, no Monte Aconcágua, em Punta de Vacas, Argentina.

Essa marcha faz parte do escopo de trabalho da organização internacional Mundo sem Guerras, que impulsionada pelo Movimento Humanista, trabalha há 15 anos com em prol do pacifismo e da não-violência. Essa marcha simbólica, que pretende percorrer os cinco continentes, durante cerca de 90 dias, passando por mais de 90 países e 100 cidades, visa cobrir uma distância de 160.000 km por terra, com alguns trechos percorridos pelo mar e pelo ar.

Faça uma reflexão pela paz mundial e implemente práticas simples pela não violência no seu cotidiano. Afinal de contas, esse caminho todos nós temos que percorrer!!! E você, tá esperando o que para dar o primeiro passo?

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Quem quiser participar, pode se ligar aqui no Blog brasileiro que está promovendo a campanha



Abraço, Karine


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Ameaças ao Bom Jornalismo

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A atividade de jornalismo apresenta intrigante desafio. Em escala menor, podemos compará-la, com certo tom de preocupação e pejoratividade, ao trabalho da cozinha, metaforicamente, um encontro de idéias (nutrientes frescos) e glutões (leitores, pensadores, debatedores) e a premente necessidade de nutrição intelectual e compartilhamento de críticas e choque de percepções, sabores e atualizações, incluindo é claro às críticas e observações associados a quem faz a comida, de onde ela provém, e como é colocada à mesa.

Na prática jornalística, quando se vai no contrafluxo, não se objetiva entorpecimento e sim o despertamento para a realidade. Neste caso, é ainda mais delicada a atuação do repórter e do comentarista, por envolver críticas sobre o que se lê no cotidiano, por promover muitas vezes a reflexão forçada, destaque para algumas personalidades em vez de outras, e revolver forçosamente o processo do dia-a-dia, com interpretações nem sempre simpáticas ou convencionais.

Vale estar ciente dos benefícios do jornalismo, que favorecem tanto ao leitor como o repórter. Em destaque: consciência comunitária, valores coletivos, reflexão sobre a realidade, desalienação, ampliação da erudição, análise crítica, cosmovisão, atualização, dialogicidade, consciência histórica e libertação pelo esclarecimento.

Existem os desafios na realização do jornalismo de esclarecimento dos fatos, eis aqui, um rol não-exaustivo, com alguns pontos para exame e debate :

1) síndrome da dispersão e superficialidade;
2) hipercriticismo (que inclui as “tricas e futricas”), sensacionalismo e sinistrose;
3) falta de financiamento para reportagens de interesse público e educacional em contraposição com a indústria dos achacadores profissionais – com isso o jornalismo fica sem recursos e base de sustentabilidade, levando ao atrelamento político espúrio;
4) jornalobbismo, associado a falta de credibilidade e ética, quase sempre associado a acomodação e a acídia derivando no plagiato;
5) Vedetismo e vaidade, com foco excessivo no egocentrismo e na automistificação (cabotinismo);

Um abraço
Cláudio


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Expurgos de Planos Econômicos – A Vergonha Continua

Essa semana, volto ao assunto dos expurgos dos planos econômicos. Os mais de 5,5 Mil acessos e 48 comentários, em dois meses de publicação, indicam que a importância que dei ao tema tinha sua razão de ser. Confira ao final, na seção “Posts Relacionados”, o que já escrevi sobre o assunto.

Desta vez, em destaque, o depoimento contundente do Sr. Décio – um leitor deste blog, relatando indignado a lamentável série de dificuldades criadas pelo BANCO BRADESCO, dizendo que não havia saldo na conta dele no mês solicitado (sendo que ele tinha em casa guardado o extrato anual), que o obrigou a uma saga judiciária extra. Pelo visto, o “Banco das 120 razões” ignora que basta uma para tornar seu cliente incompleto!!!

Fila no BancoEm um artigo para o Overmundo, eu já chamava a atenção para a possível estratégia do abafa, motivada pelas relações promíscuas da grande mídia com o lobby bancário, um de seus grandes anunciantes.

Falei especialmente do papel da GLOBO, maior emissora do país. Esta emissora só veiculou o assunto ao grande público, em TV Aberta, dia 29/MAIO, faltando dois dias para o prazo final inicialmente estabelecido. Ridículo!!!

O pesadelo só fez aumentar com esse grave depoimento, que transforma a má-vontade e o empurra-empurra dos Bancos em omissão. Está muito além do que supus, mesmo estando eu informado da voracidade e da “esperteza” do sistema financeiro.

Parabéns ao Sr. Décio pela decisão de compartilhar seu relato e os procedimentos que utilizou para resolver seu problema de falta de comprovação documental e extratos, mostrando que informação e lucidez são ótimos instrumentos da cidadania.

Sem a documentação, muitos clientes que não lembravam direito se tinham ou não saldo na época, foram induzidos a desistir de processar os Bancos, que acabaram agradecendo com um “sorriso amarelo”.

O cheiro de tramóia ainda está no ar. Pela quantidade de perguntas e comentários que recebi, via Blog, extensivo a outros Bancos, parece que essa suposição configurou-se como uma vergonhosa lambança, no limite da ilegalidade.

Espero que as autoridades bancárias responsáveis, que têm muito a perder com escândalos desse tipo, obviamente, tomem ciência do caso e possam dar uma explicação convincente ao Sr. Décio e aos leitores deste modesto espaço privado, que por ser virtual, é também um bem público.

J? Soares - O GardelonE, igualmente importante, que possam se organizar antecipadamente ao ponto de reverterem a situação para os Planos Verão e Collor.

A continuar assim, só mesmo convocando a Polícia Federal para a Operação “Mui Amigo”, em referência ao hilário bordão do Gardelón, personagem do Jô Soares na década de 80.

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