A superação da realidade na arte hiper-realista

Difícil acompanhar a mente dos super-artistas, pois ignoram limites na sua Arte. Nem mesmo a realidade lhes serve de parâmetro.

dica.JPG
Clique nas imagens para vê-las em alta resolução.


O hiper-realismo da artista Alyssa Monks.
Jovem artista que pinta como se estivesse fotografando.

hiper-realismo1.jpg hiper-realismo2.jpg
hiper-realismo3.jpg hiper-realismo4.jpg

As pinturas são muito complexas e dá trabalho para fazer direito. (…) É tudo sobre o desejo de tentar criar uma imagem de uma pessoa que é mais real do que real, mais do que até mesmo uma fotografia pode retratar. (…) Eu olho para os detalhes “imperfeitos”, e tento mostrar quão belo é o real em vez do ideal. (…) Acho que muitas vezes é a minha vontade de abandonar minhas próprias expectativas do corpo que me permite captar as surpresas interessantes sobre o rosto e corpo. (…) A menina, na maioria das fotos sou eu mesma. Usei minha própria imagem, muitas vezes, porque não preciso me preocupar com questões de auto-consciência que possam surgir com as modelos.

(tradução de trechos da entrevista de Alyssa Monks ao DailyMail)

O hiper-realismo do artista Ron Mueck.
Ele é australiano, radicado em Londres. Abaixo seu auto-retrato.
ron_mueck68.jpg ron_mueck69.jpg

Suas esculturas hiper-realistas são feitas em fibra de vidro, silicone, rezina acrílica e poliéster.
ron_mueck71.jpg ron_mueck70.jpg

A suspensão da descrença é vital para a sua principal preocupação, que é capturar aqueles momentos-chave da nossa passagem pela vida, que representam as fases importantes da nossa auto-consciência e mudar relação com o mundo.

Em seu trabalho, Mueck tem lidado com os temas de nascimento, infância, juventude, adolescência, maturidade sexual, a meia-idade, velhice e morte.
ron_mueck72.jpg ron_mueck74.jpg ron_mueck77.jpg
ron_mueck73.jpg ron_mueck75.jpg ron_mueck78.jpg

Intimamente ligado com a exploração das Idades do Homem é o interesse de Mueck nos tipos humanos, temperamentos e estados emocionais da mente. Combina o individual e, muitas vezes o pessoal, com as metáforas tradicionais.

A “Woman em In Bed” (2005), por exemplo, é uma imagem clássica da melancolia.

ron_mueck64.jpg ron_mueck65.jpg ron_mueck66.jpg

Abraços
Alexandre


Technorati : , , ,

Animais que nasceram com manchas curiosas

Estes bichanos nem precisaram da biotecnologia para tatuarem seus pêlos…


Marcas do Amor (Love Marks).

animais_com_manchas_curiosas1.JPG animais_com_manchas_curiosas2.JPG animais_com_manchas_curiosas3.JPG animais_com_manchas_curiosas4.JPG

Declaração de Amor “Eu te amo, mamãe”.

animais_com_manchas_curiosas5.JPG

Frase com três símbolos: “I Love Dot “.

‘ I ‘ em inglês, quer dizer ‘ Eu ‘.
O coração é o símbolo universal do amor.
O ‘ ponto ‘ traduz-se por ‘ dot ‘, contração de ‘ dottie ‘, como é chamada a gata, mãe do filhote.


Technorati : , , ,

Fotos Inacreditáveis II – Seleção de Imagens Incríveis

A natureza é encantadora…

1-) Mãe e Filho.
Encontrei 3 referências, em Pravda, Sleiyver e Anomalias.
Fala-se que é uma montanha na Birmânia…

montanha_na_birmania_(deitada).jpg

2-) Deus Inca.
Sabe-se que os Incas tinham conhecimentos avançados para a época.
A imagem abaixo ilustra o que se pode chamar de uma homenagem.
A foto é em Machu-Pichu, Perú…

montanha_machu_pichu_(deitada).jpg

Ops! Não viu nada especial?

dica.JPG
Clica nas imagens acima para vê-las em outro ângulo.

Clique e veja outro post sobre imagens incríveis. É realmente fascinante.

Futurecom e software livre (veja o link)

Maddog na Futurecom: figurão do Linux defende software livre

autor: mauro (adrenaline.com.br)

 O Futurecom 2009 trouxe alguns nomes de peso do ramo mundial da telecomunicações ao Brasil. O diretor executivo da Linux International, John Hall, foi uma dessas figuras ilustres. Conhecido pelo apelido “maddog” (cachorro louco) devido ao “tempo em que não tinha muito controle sobre seu temperamento, quando era professor no Hartford State Technical College, John foi ao evento para falar sobre software livre.

“Maddog, quem vai ouvi-lo falar sobre esse assunto? – me diziam há 20 anos atrás. Por isso, sempre tiro fotos do público de minhas palestras”. Essas foram suas primeiras palavras para executivos, programadores e jornalistas que encheram o auditório França, o principal palco para keynotes do Futurecom, no final da tarde desta quarta-feira.

Após guardar a câmera fotográfica, Maddog iniciou a defesa de suas idéias jogando alguns conceitos para que o público pensasse sobre a idéia de software livre a partir de seu ponto de vista. “Liberdade versus escravidão, Free (livre) versus Free (grátis), e escolha versus controle”, disse ele, ilustrando seu raciocínio a respeito da liberdade de uso de softwares dando aos presentes o endereço deste vídeo, que brinca com a imagem de pirataria vinculada aos softwares livres, publicado em seu canal no Youtube.

O bom-humor é característica marcante de Maddog, como é possível no vídeo citado anteriormente, filmado durante uma passagem sua por Florianópolis. Mas em meio a algumas piadas e brincadeiras, o tom de seu discurso era muito sério, defendendo a publicação de código-aberto de softwares, para que empresas e usuários possam modificar suas características de acordo com suas reais necessidades.

Para aproximar o público do assunto abordado, o palestrante citou alguns cases de empresas brasileiras que fizeram uso de software livre para driblar algumas dificuldades técnicas.

Primeiramente, Maddog mencionou uma empresa carioca (sem citar o nome dela) que precisava somente fazer uso de uma função específica de um software caro, disponível somente em inglês. Para cortar custos, a empresa contratou um desenvolvedor independente que produziu um software de acordo com as necessidades da empresa, com interface em português, pelo valor de pouco mais de 3 mil reais – valor que teria sido bem maior caso a empresa tivesse comprado as licenças do primeiro software em questão.

Outro case brasileiro de sucesso citado na palestra foi o uso de software livre por parte do Governo Brasileiro na administração da Loteria Federal. Segundo o vídeo abaixo, com legendas em português e produzido pela própria Caixa Econômica Federal, o uso de software livre a partir do sistema operacional de código aberto Debian (uma distribuição Linux) permitiu que fosse encurtado o tempo de criação de novos jogos de loteria. Finalizando os cases brasileiros, Maddog alfinetou os paulistanos presentes com a frase: “O dinheiro gasto com a compra do Office pela administração do Metrô de São Paulo poderia ter sido usado para melhorar as condições do metrô”.

Maddog defende que software livre não é sinônimo de pirataria, e que a “ditadura” do software proprietário é derivada do comodismo dos usuários e da pressão exercida no mercado pelas grandes empresas de software, que ganham grande margem de lucro com a exclusividade de seus produtos para determinados fins. Com o código dos programas fechado, é impossível para o usuário final alterar características do programa, o que o obriga a recorrer ao suporte técnico, que muitas vezes não oferece retorno satisfatório. “Com tantos bugs, é impossível que uma empresa possa dar suporte apropriado ao cliente”, enfatizou.

Prosseguindo com seu raciocínio, Maddog disse que os softwares são vendidos pelas grandes empresas como se fossem commodities – os chamados “produtos de base” vendidos em grandes quantidades, comuns às necessidades diárias de todas as pessoas, sem distinção de contexto social. Exemplificou: “Milho e café são commodities, mas carros não. Então por que tratar softwares como se fossem commodities? O propósito de um software é oferecer uma solução, e nenhuma solução é igual à outra”.

Finalizando, Maddog comentou que atualmente há exemplos a serem seguidos no ramo de software livre, citando algumas distribuições Linux bem sucedidades e cada vez mais populares, como o Android, o Debian e o OpenMoko. “Não há a necessidade de pagar as companhias que desenvolvem esses sistemas, mas eles encontram formas de lucrar com isso”, disse. É inegável que se trata de um modelo de negócios que vai de encontro à tradicional busca pelo lucro e domínio de mercado, mas também é impossível negar que muito do que esse senhor barbudo disse em sua palestra faz sentido no contexto atual.

Próxima página »