Um Dia Você Aprende…
Texto muito bonito. Música: “Offering” do conjunto Third Day.
(Via Fábio Ferrari)
Está mais para reflexão ou para auto-ajuda? Quem se importa…
Texto muito bonito. Música: “Offering” do conjunto Third Day.
(Via Fábio Ferrari)
Está mais para reflexão ou para auto-ajuda? Quem se importa…
Veja as sequências incrÃveis abaixo e ao final responda: O que você supõe afetar as ocorrôncias da sua vida? O que rege a vida e a morte?
Para não ficar no chavão religioso do milagre (fator extrÃnseco), haverá algum padrão ou frequência próprios de algumas pessoas (fator intrÃnseco) que, de alguma forma, interagem com o ambiente, afetando a equação da probabilidade resultante? Aos matemáticos, eu desafio: Haveria como medir a probabilidade da improbabilidade?
PARE!!!! Não responda nada agora. Primeiro veja as fotos e os vÃdeos (*), combinado?
1- A caminhonete 
Na pista, onde estão as pessoas (à direita), se vê onde a pick-up rompeu a proteção.
A pick-up viajava da direita para esquerda, bateu na proteção, deu um salto seguido de piruetas e caiu em sentido contrário.
Agora dá uma olhada no tamanho do desfiladeiro.

2- Duas situações muito esquisitas
3 - Oriental nasce novamente
4 - Eis os especialistas em escapar por um triz.
O imponderável que sempre acontece…
5 - Mais um especialista em imponderabilidades.
6 - Olha o portão aà madame !!!
Qual a chance disso acontecer outra vez?
Quem assistiu ao filme O Corpo Fechado (Unbreakable), deve lembrar-se do protagonista (Bruce Willis) que escapava ileso de vários acidentes com inúmeras vÃtimas fatais. Seria a ficção apenas um esboço da realidade real, mais realista?
Agora me diga, dentre os seus conhecimentos, algum explica isso? Tem lógica? Qual lógica?
(*) Fotos recebidas por email e vÃdeos pesquisados na Internet
É inegável que a aceleração da História tráz dificuldades para pensar o mundo. A impermanência parece ser a única coisa permanente. O tempo analógico (pais, avós) parece atrasado em relação ao tempo digital (filhos, netos).

Eis o sério conflito: Se a cada nova geração, menos previsibilidade, como reciclar “as cabeças”, sem se perder na aflição desses tempos? É o que quero refletir, com os dois vÃdeos que ilustram o post.
A liberdade do mundo online, do free browsing e da conectividade omnipresente propiciam experimentar fórmulas e interesses novos a cada dia, a atenção saltuária aqui e ali, falando com gente de tudo que é canto. É de deixar qualquer sexagenário doido. Por outro lado, poucos são os jovens de 15 ou 16 que encaram a boa monotonia de um livro ou a seriedade da fidelidade no namoro (auto-denominados “ficantes”). Nem mesmo as badaladas “baladas” são páreo para a ansiedade virtual desta geração.
A Internet e as novas mÃdias formam um paradigma social. Um divisor de águas. Não adianta negar. Apesar das distâncias diminuÃrem e das pessoas mais cedo ou mais tarde se conectarem, ainda faltará o passo mais importante: as mentes se aproximarem.
Assista aos vÃdeos que acabei de pinçar no caos da web. Comente, se quiser. Dois modelos diferentes de ação coletiva. Um contraponto, que faz pensar.
Geração “C” - de Conteúdo, Colaboração, Conexão
Segundo o vÃdeo, a liberdade da tecnologia do jovem tÃpico se reflete na liberdade comportamental e o desprezo aos limites se reflete na destruição criativa. O clima é de uma geração privilegiada, que se expressa com uma sociabilidade instrumentalizada, turbinada em megabytes por segundo. O compartilhamento é o novo carro-chefe cultural. A regra é a misturada, que junta a mordomia dos tubes, as melodias do futuro e a autoria eventual. Não há tempo a perder. Há muito a se fazer, muito a ser conhecer e muito a se aproveitar, embora pouco a se conquistar. Na hierarquia das necessidades, as escolhas que importam já estão acessÃveis, sem custo e à distância de um clique. Enfim, a revolução está na nova forma de interagir com a diversão, a educação e o trabalho, cada vez mais self-service, cada vez mais à distância.
Geração “C” - de Conscience, Commute, Care
O vÃdeo mostra três jovens cujo sentido de vida atravessou fronteiras para se realizar. A inspiração veio de fora, de longe, mas com a força de quebrar a monotonia da rotina tecnocêntrica e egocêntrica. O expertise universitário afinal fez a ponte inter-cultural. O empreendedorismo social que soube driblar a ansiedade do tempo e da idade, ao ancorar o Ãmpeto juvenil na coragem de agir, sem a qual, não colheria frutos. A mobilização e a campanha “Invisible Childrens” sugerem a diferença que fez a experiência da solidariedade na vida desses jovens, auto-denominados revolucionários, cuja carência não era material, mas cÃvica. Enfim, a revolução do eu-comigo-mesmo, que despertou o outro-consigo-próprio, aqui e acolá.
Com qual desses modelos você sentiu mais empatia? Por que?
Somos mesmo minipeças neste imenso maximecanismo universal. De foto em foto, de missão em missão, há muito o que se investigar.
Que avanços instrumentais seriam necessários, por exemplo, para que o Hubble pudesse auxiliar na pesquisa de vida em outros Planetas? O “gargalo” é só instrumental ou seria moral também? É isso que quero abordar nesse texto…
Durante séculos, se cristalizou na cultura uma verdade conveniente - de que a Terra possui o monopólio da vida no Cosmos. Nada mais estapafúrdio - uma improbabilidade estatÃstica, diante de tamanha imensidão cósmica. Nesse campo, a ciência apenas especula sobre a verdade.
As teorias onde a vida é obra do “acaso” não explicam nada. Tampouco resolve dizer que a vida é obra de uma “mutação provocada por certas condições”.
Dizer então que a vida (matéria animada) deu um salto ontológico direto da matéria inanimada (o inÃcio dos tempos, a grande explosão) é o mesmo que dizer que a inteligência, a autoconsciência e toda a complexidade orgânica deriva da pedra. É de “lascar” (sem trocadilho). Melhor dizer que nâo sabe…
Numa linha alternativa, tem a “Panspermia”, teoria que considera a vida tendo chegado a Terra através de micro-organismos espaciais, viajando junto com algum cometa que colidiu conosco há milhares de anos e que, aqui, teriam encontrado “condições especiais” para se desenvolverem. Teoria razoável, apenas, apesar de incorrer também em duas dificuldades: explicar como esses micro-organismos teriam surgido e explicar como derivaram na complexidade, como a conhecemos hoje.
É uma pena que esta civilização esteja imersa no antropocentrismo preconceituoso (problema moral, mais do que cientÃfico) para compreender hipóteses bastante razoáveis e plausÃveis, de que: existem inúmeras formas de vida, e nem todas são biológicas (teoria dos corpos imateriais); os seres situados na escala evolutiva além do homo sapiens são raros neste planeta, o que não quer dizer que não existam ou não atuem anonimamente, de alguma forma; há inúmeros planetas habitados, sendo este Planeta apenas mais um; e que, além do mais, já é visitado (e auxiliado) por outros seres desde sua origem.
Só para lembrar, a Ufologia já fez aniversário de 60 anos. Não é mais mistério para quem se dispõe a estudar o que os governos não querem admitir. Há centenas de casos, depoimentos e relatos pessoais, que não podem ser classificados como mera fraude.
Contrastes: Em mais uma atitude vanguardista que lhe é peculiar, a França anunciou recentemente que abriria seu banco de dados de pesquisas ufológicas à comunidade, via Internet. Mas ainda há os que preferem a pseudo-segurança do auto-engano ao enfrentamento da verdade relativa de ponta.
Essa geração convive com uma pressão que é cada vez maior para que as informações “oficiais” sejam liberadas (em inglês).
Do ponto de vista psicológico, apesar da exploração do medo e do catastrofismo pelo cinema ficcional, também se pode alegar que foi esta mÃdia que em âmbito mundial tomou para si o papel da desensibilização das massas para a fenomenologia ufológica, na medida em que, de dose em dose, vai preparando as mentes para a catarse emocional do “primeiro encontro”.
Do ponto de vista da ExopolÃtica, que examina as implicações polÃticas da presença extraterrestre (em inglês), já se fala na vanguarda da “futura” polÃtica intergalática, que rege(regeria) o intercâmbio entre civilizações.
E, na perspectiva histórica, o correr do tempo favorece a dissipação dos inconvenientes para esta ou aquela testemunha ocular, em geral, “amordaçada à forceps” e vivendo à sombra deste ou daquele poder estabelecido.
Uma observação lógica: Seres mais desenvolvidos, de Planetas longÃnquos, têm(teriam) todas as razões para olhar com cautela e experienciar de longe a “quarentena cósmica” da Terra, pois além do problema dos anticorpos (ameaça imunológica) num contato mais ostensivo (de lá pra cá e daqui pra lá), existe também a triste realidade ética do modelo cultural em vigor.
Eis o que os “ilustres visitantes”, mais evoluÃdos, poderiam dizer sobre este Planeta, se aqui viessem para observar: a saga do homo sapiens registra surtos de desenvolvimento permeados por culturas imperialistas - o “vale-tudo” do poder - basicamente beligerante, autofágica, (auto)corrupta, de esgotamento de recursos e de desrespeito crônico e cÃnico pela vida.
Lembremos também da máxima cientÃfica: Sempre se pode encontrar evidências que caibam dentro das teorias já aceitas. DifÃcil é desbravar a nova evidência, para construir a partir dela, as novas teorias.
Daà que quem não desafia os paradigmas e as maneiras anacrônicas de pensar, arrisca-se a viver no escuro, como no “Mito da Caverna” (de Platão).
Só mesmo com muita arrogância para achar que o nosso modelo de vida seria referência universal para encontrar todas as possibilidades de vida em outros planetas / galáxias.
[UPDATE] Pesquisa Nacional sobre Percepção Pública em C & T - Ciência e Tecnologia, disponÃvel no site do Ministério de Ciência e Tecnologia
Na pesquisa atual (2007, pág. 24), 41% dizem ter “muito interesse” em C & T. A categoria “Astronomia e Espaço” é a menos votada (7%, ou 2,8% da mostra total), apesar da categoria “Novas Descobertas” ser a segunda melhor rankeada (35%, ou 14,2% da mostra total).
Na comparação com a pesquisa anterior (1987, pág. 21), 31% se dizia “muito interessado” em C & T. Em relação ao interesse sobre a categoria “Ciências Extatas / Astronomia”, apenas 3% da mostra total disseram buscar informações nessa área.
O que essas informações sugerem? Que a avidez popular por novidades não abrange o Cosmos? Que não há nada no Cosmos que justifique curiosidade? Que apenas 3% das pessoas questionam sobre o sentido da vida apenas neste Planeta perante a imensidão do Cosmos? Ou ainda que não se espera da Ciência respostas nesse campo de estudos?
Quem pergunta quer resposta: Qual seria o “peso” da mistificação “oficial” sobre a vida além-Terra no resultado dessas pesquisas de percepção pública? Poderia estar relacionado de alguma forma?
: ciencia, cosmologia, hubble, paradigma, ufologia, vida
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