Vale estar ciente dos benefÃcios do jornalismo, que favorecem tanto ao leitor como o repórter. Em destaque: consciência comunitária, valores coletivos, reflexão sobre a realidade, desalienação, ampliação da erudição, análise crÃtica, cosmovisão, atualização, dialogicidade, consciência histórica e libertação pelo esclarecimento.
Existem os desafios na realização do jornalismo de esclarecimento dos fatos, eis aqui, um rol não-exaustivo, com alguns pontos para exame e debate :
Como se sabe, ameaças de retirar as verbas milionárias da propaganda poderiam realmente causar um efeito dominó para qualquer mÃdia onde o sistema financeiro anuncie e a TV CULTURA não seria diferente.
Tomei um “Engov Cerebral” e fui em frente, na leitura. Mais adiante, a pior constatação: De que nesse debate, assim como em outros, o falatório polÃtico acaba imperando, com ou sem racionalidade. Ou seja, nem mesmo na hora de deixar a “inteligentsia” falar, o coração passional não se esquiva. É pedir demais pra esse povo sair do “zero a zero”? Ou como se diz no interior, Êta povo marrento, num sabe que mulher, polÃtica e futebol num se discute?“…
A tese do comentário descuidado não me convence porque uma profissional tarimbada como ela não ficaria improváveis um minuto e pouco denunciando ingenuamente os Bancos, sem esperar represália. A irritação dela no vÃdeo certamente não era TPM!!!
E o povão? Invariavelmente, ardilosamente e historicamente manipulado no labirinto da Indústria Cultural…
Tábua de salvação? O messianismo dos programas vaca leiteira, Futebol por exemplo, que tem chamada regular no horário nobre, um verdadeiro campeão de audiência nas noites de 4ªf. e tardes de domingo.
Para mim, que gosto de Estudar os Meandros da Psiquê Humana, peso na balança e vejo o retrato ao vivo de uma sociedade que antes só conhecia pelo andei-lendo-que ou pelo ouvi-dizer-que.
Sobre o Atitude.com, o formato do programa não nega o público-alvo: temas de interesse jovem, convidados descontraÃdos, entrevistas curtas e muita, muita música.
Pontos fortes: a simpatia e a autenticidade da apresentadora-âncora, que gosta e convida todo tipo de banda jovem, dos mais barulhentos aos mais “cabeças”; a participação do público de casa, via telefone e internet; modo de falar e linguagem giriesca, mas objetiva, sem tabus e não-me-toques, apropriada ao público que se destina; entrevistados convidados que trazem seus depoimentos; e a posição democrática necessária para o jogo do argumento-contrargumento, sem briga de força. Pontos fracos: pra não dizer que não critiquei nada, o figurino insistentemente esdrúxulo da moça, em clima de “festa de arraiá”. Tá certo, já sei, já sei, sem censura…
Dito isto, eu pergunto: e você, concorda, discorda, ou muito pelo contrário?
Eis um julho-agosto incomum!!! Vai ser difÃcil outro bimestre igual a este.
O RJ brilhou. Tudo começou no PAN. Vitórias improváveis nas arenas, nas quadras e nas raias. O ciclo se fechou com o PARA-”PAPA”-PAN. Não faltaram os campeões e os pódios. Um recorde do Brasil-il-il !!!
Mas, no Brasil, alegria de pobre dura pouco. Antes mesmo da primeira medalha, a Revista Carta Capital já vinha com as denúncias das traquinagens do Sr. Nuzman. Faria melhor o povo carioca (e brasileiro por extens?o) se lhe concedesse vaia igual à que brindou o Presidente Lula – um verdadeiro PANdemônio para o Sr. Não-Sei-De-Nada…
Do alto do Morro Redentor, a enorme estátua do Cristo mais uma vez reclamou. Reclamou de seu justo prêmio, uma das Maravilhas do Mundo.