Antropo-Exo-Cidadania e a Emancipação Comunitária

Historicamente, o Direito à cidadania é uma conquista das Sociedades Modernas, democráticas. Mas, entre o reconhecimento do Direito e sua plena utilização, a distância é enorme.
Cidadania Delegada
Há uma acepção envelhecida (e empobrecida) para o conceito de cidadania que a vê como algo delegado pelo Estado, uma benesse, uma concessão, quase uma “obrigação”.

A concepção é de uma cidadania de fora para dentro, talvez espelho da indissociável visão de poder que acompanha as elites, inclusive as intelectuais.

Na acepção moderna (ou pós-moderna, segundo alguns), em uma Sociedade que se pretende “do Conhecimento”, na medida em que melhor se distribui e compartilha informações, relativizam-se hierarquias e descentraliza-se o “poder”, força-se uma revisão (e ampliação) conceitual.

Cidadania ConquistadaUma pessoa para ser agente transformador, precisa antes formar a si próprio, se instrumentalizando e se capacitando. É uma incubação necessária.

A cidadania plena exige um conjunto de inteligências e habilidades. Só tem força quando acompanhada da educação emancipadora, capaz de impactar a autonomia efetiva, a capacidade de proceder a melhores escolhas e melhores oportunidades, e a capacidade (auto)crítica para atuar coletivamente e em relação ao meio.

2 Candangos - Brasilia/DFOu seja, na desejada Psico-Eco-Socio-Emancipação, a nova concepção é de uma cidadania de dentro para fora, partindo da vontade e da qualificação dos sujeitos (portanto, antropocêntrica, no melhor sentido da expressão).

Mas, na realidade do mundo pós-Internet, amplia-se a possibilidade desses sujeitos atuarem em redes sociais, com maior ou menor mediação tecnológica. Basta um se qualificar para iniciar a onda no grupo. E, como tudo indica, quanto mais exclusão no grupo, qualquer onda assistencial já causaria um bom impacto.

A atitude-cidadã começa, como dissemos, na auto-educação, e prossegue na “filiação” espontânea a uma ou mais redes sociais, que podem estar associadas ou não à sua comunidade de origem.

Eis portanto, a Antropo-Exo-Cidadania, ancorada em indivíduos (antropos) capazes de refletir-se positivamente no grupo (prefixo exo quer dizer “para fora”). Este pensamento define, de imediato, novos papéis e novos agentes políticos, e até uma nova Política - a micro-política, cujo objeto de prestigio não é tanto o “poder” mas o “conhecimento”, de preferência prático, que flui através das relações internas às redes sociais.

A mudança no patamar emancipatório dependerá da maior ou menor conscientização dos cidadãos inseridos naquele contexto, para que eles mesmos assumam pensar e propor novas formas de atuar. Nos Estados Unidos, projetos de jornalismo cidadão e de solução de problemas locais já começam a ter financiamento das grandes Fundações. No Brasil, muitos patrocinadores estão atentos à movimentação dos Projetos Sociais.

Qualquer Política de Governo, ainda que bem intencionado, que não leve em conta a micro-política e os projetos embrionários nascidos nas comunidades, corre o risco de prestar um deserviço. Há uma diferença óbvia da assistência para o assistencialismo. A primeira aproveita o que tem de bom, trabalha em cima e ainda promove independência, incentivando o empreendedorismo social e voluntário. A segunda, é uma visão distorcida e manipuladora da solidariedade, pois “se alimenta” da dependência alheia.

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Importante é que a(s) comunidade(s) se organize(m), porque todos ganham quando se consegue um ciclo sustentado de mais conscientização e mais emancipação.


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Efeitos da Linguagem e Idioma Português

Cérebro é capaz de associar símbolos com palavras conhecidas
ASSOCIAÇÃO OCORRE MESMO INVOLUNTARIAMENTE, A PARTIR DA MEMÓRIA SINTÉTICA

3M D14 D3 V3R40, 3574V4 N4 PR414, 0853RV4ND0 DU45 CR14NC45
8R1NC4ND0 N4 4R314. 3L45 7R484LH4V4M MU170 C0N57RU1ND0 UM C4573L0 D3 4R314, C0M 70RR35, P4554R3L45 3 P4554G3NS 1N73RN45.

QU4ND0 3575V4M QU453 4C484ND0, V310 UM4 0ND4 3 D357RU1U 7UD0, R3DU21ND0 0 C4573L0 4 UM M0N73 D3 4R314 3 35PUM4.

4CH31 QU3, D3P015 D3 74N70 35F0RC0 3 CU1D4D0, 45 CR14NC45
C41R14M N0 CH0R0, C0RR3R4M P3L4 PR414, FUG1ND0 D4 4GU4, R1ND0 D3 M405 D4D45 3 C0M3C4R4M 4 C0N57RU1R 0U7R0 C4573L0.

C0MPR33ND1 QU3 H4V14 4PR3ND1D0 UM4 GR4ND3 L1C40; G4574M05 MU170 73MP0 D4 N0554 V1D4 C0N57RU1ND0 4LGUM4 C0154 3 M415 C3D0 0U M415 74RD3, UM4 0ND4 P0D3R4 V1R 3 D357RU1R 7UD0 0 QU3 L3V4M05 74N70 73MP0 P4R4 C0N57RU1R. M45 QU4ND0 1550 4C0N73C3R 50M3N73 4QU3L3 QU3 73M 45 M405 D3 4LGU3M P4R4 53GUR4R, 53R4 C4P42 D3 50RR1R!

S0 0 QU3 P3RM4N3C3 3 4 4M124D3, 0 4M0R 3 C4R1NH0.

0 R3570 3 F3170 D3 4R314.

Técnica usada por Clarice Lispector em uma de suas poesias

ANTES DA POSSE:
Nosso partido cumpre o que promete.
Só os tolos podem crer que
não lutaremos contra a corrupção.
Porque, se há algo certo para nós, é que
a honestidade e a transparência são fundamentais.
para alcançar nossos ideais
Mostraremos que é grande estupidez crer que
as máfias continuarão no governo, como sempre.
Asseguramos sem dúvida que
a justiça social será o alvo de nossa ação.
Apesar disso, há idiotas que imaginam que
se possa governar com as manchas da velha política.
Quando assumirmos o poder, faremos tudo para que
se termine com os marajás e as negociatas.
Não permitiremos de nenhum modo que
nossas crianças morram de fome.
Cumpriremos nossos propósitos mesmo que
os recursos econômicos do país se esgotem.
Exerceremos o poder até que
Compreendam que
Somos a nova política.
APÓS A POSSE: LEIA DE BAIXO PARA CIMA

Palíndromos
FRASES QUE LIDAS DE TRÁS PARA FRENTE DÃO NA MESMA

Tucano na CUT
E até o Papa poeta é
O terrível é ele vir reto
A base do teto desaba
O teu drama é amar dueto
Laço bacana para panaca boçal
A droga do dote é todo da gorda
Oto come doce seco de mocotó
Reter e rever para prever e reter
Em roda, tropa, após a sopa, à porta dorme
Seco de raiva, coloco no colo caviar e doces
Alá Osama, o réu que eu quero, ama só Alá
Socorram-me. Subi no ônibus em Marrocos

Apologia da Letra “P”
APENAS A LÍNGUA PORTUGUESA NOS PERMITE ESCREVER ISSO.

Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português,
pintava portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar
porque preferiu pintar panfletos. Partindo para Piracicaba,
pintou prateleiras para poder progredir. Posteriormente,
partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí,
pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém,
pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas,
porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas.

Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal
para pedir permissão para papai para permanecer praticando
pinturas, preferindo, portanto, Paris. Partindo para Paris,
passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los. Pareciam
plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos,
preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras
pareciam precipitar-se principalmente pelo Pico, porque
pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada,
provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo
passo percorriam, permanentemente, possantes potrancas.

Pisando Paris, pediu permissão para pintar palácios pomposos,
procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza,
precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos,
perniciosos, preferindo Pedro Paulo precaver-se. Profundas
privações passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir
pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento,
provocando profundos pesares, principalmente por pretender
partir prontamente para Portugal. Povo previdente! Pensava
Pedro Paulo…

Preciso partir para Portugal porque pedem para prestigiar
patrícios, pintando principais portos portugueses. Passando
pela principal praça parisiense, partindo para Portugal,
pediu para pintar pequenos pássaros pretos. Pintou, prostrou
perante políticos, populares, pobres, pedintes.

- Paris! Paris! Proferiu Pedro Paulo.

- Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo
progredir. Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais,
porém, Papai Procópio partira para Província. Pedindo provisões,
partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para Papai
Procópio para prosseguir praticando pinturas. Profundamente
pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão,
penetrou pelo portão principal. Porém, Papai Procópio
puxando-o pelo pescoço proferiu:

- Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando,
pintas pior. Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia.
Por que pintas porcarias?

- Papai, proferiu Pedro Paulo, pinto porque permitiste, porém
preferindo, poderei procurar profissão própria para poder
provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal.
Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar,
procurando pelos pertences, partiu prontamente, pois pretendia
pôr Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: pedreiro!

Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir
peregrinando. Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, p
assando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas, pirarucus.

Partindo pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar
pertinho, para procurar primo Péricles primeiro. Pisando por
pedras pontudas, Papai Procópio procurou Péricles, primo
próximo, pedreiro profissional perfeito. Poucas palavras
proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles
profissionalizar Pedro Paulo. Primeiramente Pedro Paulo pegava
pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois
precisava pagar pintores práticos. Particularmente Pedro Paulo
preferia pintar prédios. Pereceu pintando prédios para Péricles,
pois precipitou-se pelas paredes pintadas. Pobre Pedro Paulo,
pereceu pintando… Permita-me, pois, pedir perdão pela
paciência, pois pretendo parar para pensar…

Para parar preciso pensar. Pensei. Portanto, pronto, pararei.


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Eufemismos - Criatividade ou dificuldade em lidar com a realidade?

Essa semana assisti a uma entrevista no Programa do Jô, onde surgiu o assunto do eufemismo, um efeito de linguagem para suavizar realidades indesejadas ou doloridas.

Como não tinha escrito nada sobre isto ainda, este será mais um post (*) da série sobre construtos e palavras, pois se tem uma coisa que sempre me impressiona pela variedade que permite é a linguagem. Fiz uma pesquisa rápida e eis o que encontrei:

eufemismos.JPG

Vivemos imersos em uma avalanche de eufemismos. Quanto mais crítico o olhar sobre a mídia, mais se perceberá.

Os eufemismos, malandramente, acabam sendo usados para ocultar ou disfarçar realidades. É assim que vítimas inocentes nas guerras viram “efeitos colaterais”, mentir vira “faltar com a verdade” e corrupto vira “aquele que caiu em tentação”.

Mas também podem estar a serviço de ideologias. Lembram-se do Dicionário do Politicamente Correto, rechaçado por 10 entre 10 intelectuais? Um exagero. No mínimo, uma forçada de barra. Focar em proibições desse tipo é declarar a falência do Estado em ser pró-ativo na educação de seus cidadãos. Esse o motivo pelo qual o governo brasileiro publicou (e retirou de circulação em seguida) a tal “cartilha”.

Usado para turbinar o marketing, Padarias se transformam em “boutiques de pão”, Motéis em “espaços inesquecíveis de lazer a dois” e Centros de Podologia em “Clínica dos Pés”.

Para se livrar de rótulos indesejáveis, faxineira(o)s viram “profissionais da limpeza”, policiais viram “profissionais da segurança” e catadores de papelão e latinha viram “profissionais de reciclagem”.

Há também os tabus sexuais. Muitos eufemismos foram criados para lidar especificamente com tabus sexuais. O linguajar popular é influenciado por conservadorismo de várias naturezas, e por isso a criatividade é tão profícua. Em certas culturas, as referências às relações sexuais são sempre indiretas, como na ortodoxia judaica. Como se pode conhecer algo sempre evitando este mesmo algo?

Somente em relação aos órgãos sexuais, as palavras pênis e vagina possuem juntas dezenas de “apelidos”. Confere lá.

Já para fazer sexo, algumas expressões são até engraçadas, e denotam mesmo a intimidade a que chegam alguns casais. Veja um pouco do que rola por aí:

Afogar o ganso
Bola na caçapa
Molhar o biscoito
Repartir a peruca
Gratinar o caneloni
Baratinha no espeto
Dar tapa na aranha
Agasalhar o croquete
Envernizar a madeira
Levar a tora para serrar
Tchaca tchaca na butchaca
Dar chinelada na cara do sapo
etc

Sobre a masturbação, o que se ouve ?:

Trocar o óleo
Socar o pilão
Pelar o ganso
Esticar o berimbau
Comemorar com os 5
Descabelar o palhaço
Fazer o palhaço chorar
Fazer uma homenagem
E mais um monte de outras expressões que um gaiato listou.

Mas a expressão campeã de eufemismos é morte. Como é assunto-tabu por excelência, há séculos mistificado, mitificado e bastante mal compreendido, sobretudo nas culturas ocidentais, esse é seguramente o termo mais eufemizado de todos os tempos.

Eis algumas pérolas da tanatologia poética:

Repousar lá no céu eternamente (Camões)
Quando a indesejável das gentes chegar (Bandeira)
Virou estrela no céu
Voou para o firmamento
Dormiu o sono eterno
Deu o último suspiro e partiu
Chegou a hora e ele(a) se foi
Passou para o outro lado
Partiu desta para melhor
Vestiu o último paletó [de madeira]
Mudou de endereço para sempre
Papai do céu chamou (religião, infantil)
Um anjo veio buscar (religião, infantil)
Entregou a alma pra Deus (religião)
Retornou ao Pai (religião)
Subiu aos céus
Descansou enfim
Desencarnou (espiritismo)
Encontrou a luz (espiritismo)
Encerrou seu estágio terreno (espiritismo)
etc

E o árido linguajar das páginas policiais:

Cadaver (cara data verminus, que em latim é “carne dada aos vermes”)
Apagou de vez
Bateu a caçoleta
Bateu as botas
Foi detonado
Virou presunto
Esticou as canelas
Caiu durinho da silva
Indivíduo estirado no chão
Abraçou o diabo pra valer
etc

(*) Este post estará sempre aberto para contribuições e complementações.


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Abraços Grátis (Free Hugs) em Brasília

Na data (hoje) em que se abraça Brasília pelo 47º Aniversário da Cidade e de sua epopéia, descobri que a Campanha do Abraço - Free Hugs Campaign (em inglês) já esteve por aqui. Para quem tá mesmo boiando no assunto, eis um vídeo que comentarei a seguir.

No meu entendimento, a Campanha Abraço Grátis se propaga mundo afora graças a inegável Força de Certas Palavras, em primeiro lugar, e pela facilidade proporcionada pela Internet e pelas Novas Mídias para disseminar idéias na cultura.

Tudo começou com o australiano Juan Mann e com sua iniciativa de levantar um cartaz escrito Free Hugs (em inglês). Daí, ouve seu encontro com o roqueiro Shimon Moore e, a partir de um abraço, veio a amizade. Moore resolveu gravar Mann em ação. A polícia de lá reage, e tempos depois volta Mann com uma petição popular com 10 mil assinaturas a favor. Após a morte da avó de Mann, Moore faz uma mixagem das imagens que gravara com uma música nova que estava lançando e dá de presente para Mann. O vídeo vai parar no Youtube. E de lá, para o mundo!

Afora o inusitado e a espontaneidade com a qual a campanha avança, vou eu aqui elaborar algumas idéias, inspirado por este premiado vídeo, que tem tudo para se tornar o protesto humanista mais pacifista dos últimos tempos:

1. Se violência é um assunto recorrente no mainstream media, por que as campanhas recentes contra a violência do Rio de Janeiro, o Protesto das 700 Cruzes e o Protesto das 1300 Flores, ambas em Copacabana, ambas promovidas pela ONG Movimento Rio de Paz, e ambas visualmente impactantes, não geraram tamanho impacto de comunicação viral? Possivelmente porque evocam o sentimento errado - o medo ao invés da alegria de viver…

2. “Abraço Grátis” faz duas criticas em uma. O abraço remete ao simbolismo da fraternidade, da solidariedade como valores para a vida decente, e o grátis, se encarrega da crítica ao consumismo, o lado mercantil das sociedades e das culturas que muito têm a aprender em termos de convivência pacífica.

3. Se o abraço pode ser usado em terapias individualizadas, por que não poderia ser usado para amenizar patologias sociais? Quem sabe se o koreano que saiu atirando lá nos e.s.t.a.i.t.e.s tivesse sido mais abraçado (e menos invisível) a tragédia não pudesse ter sido evitada?

4. E por último, e não menos importante, por que só em Brasília vemos cartazes escritos “me dê (sic) um abraço”, já que em todos os outros lugares “oferece-se abraço”? Minha sugestão para as Meninas da Comunicação da UnB é fazer dessa experiência um Estudo de Caso sobre Comunicação Online e Solidariedade Humana. Quem sabe até colocar na agenda do trote social para os próximos anos? Que tal?


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