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A Revolução da Geração “C” – Você conhece? Você confia?

É inegável que a aceleração da História tráz dificuldades para pensar o mundo.

O tempo analógico (pais, avós) parece atrasado em relação ao tempo digital (filhos, netos). A impermanência parece ser permanente.

Eis o sério conflito: Se a cada nova geração, menos previsibilidade, como reciclar “as cabeças”, sem se perder na aflição desses tempos? É o que quero refletir, com os dois vídeos que ilustram o post.

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A liberdade do mundo online, do free browsing e da conectividade omnipresente propiciam experimentar fórmulas e interesses novos a cada dia, a atenção saltuária aqui e ali, falando com gente de tudo que é canto.

É de deixar qualquer sexagenário doido. Por outro lado, poucos são os jovens de 15 ou 16 que encaram a boa monotonia de um livro ou a seriedade da fidelidade no namoro (auto-denominados “ficantes”).

Nem mesmo as badaladas “baladas” são páreo para a ansiedade virtual desta geração. A Internet e as novas mídias formam um paradigma social. Um divisor de águas. Não adianta negar.

Apesar das distâncias diminuírem e das pessoas mais cedo ou mais tarde se conectarem, ainda faltará o passo mais importante: as mentes se aproximarem.

Assista aos vídeos que acabei de pinçar no caos da web. Comente, se quiser. Dois modelos diferentes de ação coletiva. Um contraponto, que faz pensar.

Geração “C” – de Conteúdo, Colaboração, Conexão

Segundo o vídeo, a liberdade da tecnologia do jovem típico se reflete na liberdade comportamental e o desprezo aos limites se reflete na destruição criativa. O clima é de uma geração privilegiada, que se expressa com uma sociabilidade instrumentalizada, turbinada em megabytes por segundo. O compartilhamento é o novo carro-chefe cultural.

A regra é a misturada, que junta a mordomia dos tubes, as melodias do futuro e a autoria eventual. Não há tempo a perder. Há muito a se fazer, muito a ser conhecer e muito a se aproveitar, embora pouco a se conquistar. Na hierarquia das necessidades, as escolhas que importam já estão acessíveis, sem custo e à distância de um clique. Enfim, a revolução está na nova forma de interagir com a diversão, a educação e o trabalho, cada vez mais self-service, cada vez mais à distância.

Geração “C” – de Conscience, Commute, Care

O vídeo mostra três jovens cujo sentido de vida atravessou fronteiras para se realizar. A inspiração veio de fora, de longe, mas com a força de quebrar a monotonia da rotina tecnocêntrica e egocêntrica. O expertise universitário afinal fez a ponte inter-cultural. O empreendedorismo social que soube driblar a ansiedade do tempo e da idade, ao ancorar o ímpeto juvenil na coragem de agir, sem a qual, não colheria frutos.

A mobilização e a campanha “Invisible Childrens” sugerem a diferença que fez a experiência da solidariedade na vida desses jovens, auto-denominados revolucionários, cuja carência não era material, mas cívica. Enfim, a revolução do eu-comigo-mesmo, que despertou o outro-consigo-próprio, aqui e acolá.

Qual desses modelos mais te inspira? Por que?

Abç . Alexandre

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