Ao contratar novo serviço de hospedagem para este Blog, um “probleminha semântico” quase estragou tudo.
Aconteceu comigo meus caros. E chamou atenção, por isso registrei…
Vejam só!!! Se você é contratante de um serviço então, pela lógica humana, você quer escolher pelo menos o login e a senha com os quais irá conviver pelos próximos meses ou anos. Certo?
Acontece que neste caso o provedor “empurrou” a lógica digital. Ao criar o login, o sistema do provedor de forma automática utiliza o nome do domÃnio, truncando nos 8 primeiros dÃgitos.
Como escolhi a dedo o domÃnio novasinapse.com, eis que recebo o login “novasina” (truncado nas 8 primeiras letras). Tudo bem se o painel de controle do serviço que contratei tivesse a opção de mudar o login temporário. Não tinha.
De inÃcio, com a empolgação, passei por cima dessa “sina”, sem reparar. Fui direto migrar o sistema antigo para o novo. Quando apareceu “novasina” na minha frente, em destaque, eu travei.
A ficha caiu e reparei na esquisitisse…
Como um autor que preza conteúdo de qualidade pode ter ignorado uma gafe dessas? Imediatamente, respondi o email do provedor recusando o login e solicitando outro.
Mais tarde, quando contatei meu amigo – o Daniel Muniz, que também já teve conta nesse provedor, aà mesmo que foi engraçado.
Dizendo ele que amargou por meses o login “danielmu”, 8 letras. Mais ridÃculo ainda, comentou ele, seria com 9 letras (“danielmun”). Lembrava a série na TV Brasileira, década de 80, chamada Daniel Boone – quem lembra? – ou Moon, o sobrenome do femigerado reverendo.
Coisas da Cultura Digital…Zarolha?
Resolvi postar aqui porque é engraçado e porque eu tenho uma ligação muito forte com as palavras – certas palavras. Com o Blogging, a escrita ganha novo fôlego, dentro de uma sociedade que supercultua a oralidade.
Algumas palavras tem força mesmo
Para nós, humanos, é certo que palavras fraternas (ou amorosas) são sonoridades capazes de impregnar melhores padrões de energia, de incentivar o bom-humor, de massagear o coração. Mesmo no ser humano mais embrutecido…
Mas poderiam as palavras funcionar também com a água?
No filme Quem Somos Nós / What a Bleep Do We Know, em uma cena no metrô, vê-se o trabalho do Dr. MASARU EMOTO, pesquisador japonês, que usa uma técnica de ressonância para microfotografar cristais de água expostos a influência do pensamento.
O interessante é que os cristais exibem formas brilhantes e esplendorosas ou formas opacas e de aspecto pouco vistoso, conforme a intencionalidade da energização sobre a água é positiva ou negativa.
Para introdução ao tema, recomendo:
1. Mensajes Del Agua – Masaru Emoto (power point ESPANHOL) – 758 kb, via P2P;
2. Mensajes Del Agua – Masaru Emoto (trecho de video ESPANHOL) – 8,78 Mb, via P2P.
Para conhecer o trabalho e ver alguns experimentos:
1. Mensajes Ocultos en el Agua (documentário ESPANHOL) - 519 Mb, via P2P
2. Water Crystals In Motion – Messages From Water (document?rio INGLÊS) – 429.44 MB, via torrent.
3. Fotos dos experimentos do Dr. EMOTO com cristais de água – 7,38 Mb, via P2P, com fotos bastante nÃtidas.
4. Livro de Fotos Message from Water (for Children) – 8,65 Mb, via P2P, com fotos menos nÃtidas, mas com a vantagem de ser direcionado ao público infantil. Pais, mãos a obra, não custa traduzir para os filhotes, né !!!
No documentário, ele coloca água em pequenos vidros e etiqueta com diferentes palavras, “amor”, “ódio” etc, para caracterizar os padrões de energia. Os resultados experimentais são supreendentes…
Bom proveito e boas pesquisas !!!


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O que o filme n?o mostra sobre Masura Emoto ? que ele procura, de antem?o, cristais que tenham a ver com as palavras. Ou seja, ? um caso em que as palavras n?o t?m poder algum… ? apenas um efeito art?stico, nada mais que isso.
Lembra do famoso James Randi? Aquele que oferece um pr?mio de um milh?o de d?lares para quem demonstrasse algum efeito “sobrenatural”? Pois ele desafiou Masura Emoto, dizendo que se ele conseguisse demonstrar aqueles efeitos, sem selecionar cristais de antem?o, ele estaria qualificado para receber o pr?mio. N?o me surpreende que o carinha jamais tenha aceitado o desafio.
Ali?s, esse filme ? famoso por utilizar efeitos comuns de uma maneira tendenciosa, como se fossem grandes desafios ? ci?ncia moderna. Na verdade, um desafio ? intelig?ncia dos espectadores ? a ?nica coisa que o filme conseguiu produzir…