Olá pessoal,
Estamos aqui nos propondo a aferir o nÃvel de lucidez e foco na vida diuturna. Para isto, proponho uma escala, que tem como unidade de medida o rendimento pessoal corporificado pela vida profissional satisfatória e o autodomÃnio pessoal.
Percebe-se que, cada vez mais, devido à pletora de informações e de estÃmulos, as pessoas estão cada vez mais informadas, mas também mais confusas, dispersivas e enfim: enlouquecidas.
Os estados alterados de consciência são estados mentais onde a pessoa mesmo sem estar louca pode alternar seus nÃveis de lucidez. O sono, o sonho, as projeções de consciência contÃnua, o devaneio, delÃrio, catatonia, entorpecimento quÃmico, sonanbulismo, a hipnopompia, hipnagogia, estados emocionais como raiva, tristeza representam as alterações dos atributos conscienciais.
Eis nossa proposta para escalas de lucidez quanto o autodomÃnio:
Nivel Insuficiente: Consciência entorpecida, enebriada, tal qual anestesiada ou dopada, a pessoa não sabe de si, e nem quer saber. Ela vive como autômato. Muitas vezes não tem referência habitacional, nem pessoas, nem atividade profissional definida. É aquele que tem como lema ” deixa a vida me levar!”;
NÃvel MedÃocre: a pessoa tem pouca noção sobre si, porque foge da sua própria realidade e desvaloriza o autoconhecimento, sempre enfatizando o aspecto da dor e do fracasso. Ocorre uma transferenciação ou a também chamada “terceirização” das responsabilidades, comportamento muito comum a quem tem belos discursos e exemplo pÃfios, por exemplo: sindicalistas desinformados, polÃticos carreiristas, “aspones”, pessoas de nÃvel hierárquico inferior com baixa auto-estima. Detém uma falsa noção de liberdade e vive sem sentido. Seu lema é “prefiro ser um cão sem dono, que ter que prestar contas da minha vida!”Ou seja, é dotada de infantilismo e irresponsabilidade sobre seus próprios atos;
NÃvel Médio: apesar da pessoa não ter tanta noção do que ela é, das suas qualidades e defeitos, nem valores, nem metas, ela tem noções do que precisa. Ao menos, busca sentido existencial, ou já está “vacinada” com o que não presta;
NÃvel Bom: a pessoa busca um foco em sua vida, e começa a se esclarecer sobre sua vida. Já é capaz de estudar pelas ferramentas do autoconhecimento, seja sintética ou analiticamente. Tem chance de ser mais produtiva no sentido espiritual e material; Percebe que pode interagir e ter uma vida coerente, sente a importância de ter foco em todos âmbitos de sua vida e que quanto à s rotinas do dia a dia e do envelhecimento, quanto mais produzir e ajudar aos outros melhor, desde que não assuma mais responsabilidades que contribuir com seu próprio exemplo para tornar o mundo melhor, sem cobranças aos outros. A pessoa começa a ter noção dos seus limites e principalmente antevê o profundo desperdÃcio que se arrisca em viver uma vida aleatória, sem metas, foco e investimentos acumulativos;
NÃvel Ótimo: a pessoa sabe muito a respeito de si própria, fazendo uso sistemático das ferramentas do autoconhecimento. Sabe o que quer e busca referências para ser mais realizada;
NÃvel de Excelência: A pessoa tem um megafoco saudável, sabe muito sobre si. em geral, é exemplo-vivo, comprovando sua lucidez nos atos que pratica. Este indivÃduo se posiciona assistencialmente, tal qual orientador, a partir do próprio exemplo.
A atuação do indivÃduo sempre pode melhorar, se mapeadas as habilidades e desenvolvida a convergência existencial, que traga cada vez mais aumento de performance e desempenhos valiosos.
Vale envidar esforços para ser mais realizado, a partir da definição de uma área de atuação bem clara, com ênfase no autoconhecimento, qualidade de vida e intensificação ampliada de utilidade pública.
Você sofre da SÃndrome da dispersão consciencial? Então ajude a achar o fio de ariadne da consciência.
Claudio


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