A superação da realidade na arte hiper-realista

Difícil acompanhar a mente dos super-artistas, pois ignoram limites na sua Arte. Nem mesmo a realidade lhes serve de parâmetro.

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O hiper-realismo da artista Alyssa Monks.
Jovem artista que pinta como se estivesse fotografando.

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As pinturas são muito complexas e dá trabalho para fazer direito. (…) É tudo sobre o desejo de tentar criar uma imagem de uma pessoa que é mais real do que real, mais do que até mesmo uma fotografia pode retratar. (…) Eu olho para os detalhes “imperfeitos”, e tento mostrar quão belo é o real em vez do ideal. (…) Acho que muitas vezes é a minha vontade de abandonar minhas próprias expectativas do corpo que me permite captar as surpresas interessantes sobre o rosto e corpo. (…) A menina, na maioria das fotos sou eu mesma. Usei minha própria imagem, muitas vezes, porque não preciso me preocupar com questões de auto-consciência que possam surgir com as modelos.

(tradução de trechos da entrevista de Alyssa Monks ao DailyMail)

O hiper-realismo do artista Ron Mueck.
Ele é australiano, radicado em Londres. Abaixo seu auto-retrato.
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Suas esculturas hiper-realistas são feitas em fibra de vidro, silicone, rezina acrílica e poliéster.
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A suspensão da descrença é vital para a sua principal preocupação, que é capturar aqueles momentos-chave da nossa passagem pela vida, que representam as fases importantes da nossa auto-consciência e mudar relação com o mundo.

Em seu trabalho, Mueck tem lidado com os temas de nascimento, infância, juventude, adolescência, maturidade sexual, a meia-idade, velhice e morte.
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Intimamente ligado com a exploração das Idades do Homem é o interesse de Mueck nos tipos humanos, temperamentos e estados emocionais da mente. Combina o individual e, muitas vezes o pessoal, com as metáforas tradicionais.

A “Woman em In Bed” (2005), por exemplo, é uma imagem clássica da melancolia.

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Abraços
Alexandre


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Animais que nasceram com manchas curiosas

Estes bichanos nem precisaram da biotecnologia para tatuarem seus pêlos…


Marcas do Amor (Love Marks).

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Declaração de Amor “Eu te amo, mamãe”.

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Frase com três símbolos: “I Love Dot “.

‘ I ‘ em inglês, quer dizer ‘ Eu ‘.
O coração é o símbolo universal do amor.
O ‘ ponto ‘ traduz-se por ‘ dot ‘, contração de ‘ dottie ‘, como é chamada a gata, mãe do filhote.


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Fotos Inacreditáveis II – Seleção de Imagens Incríveis

A natureza é encantadora…

1-) Mãe e Filho.
Encontrei 3 referências, em Pravda, Sleiyver e Anomalias.
Fala-se que é uma montanha na Birmânia…

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2-) Deus Inca.
Sabe-se que os Incas tinham conhecimentos avançados para a época.
A imagem abaixo ilustra o que se pode chamar de uma homenagem.
A foto é em Machu-Pichu, Perú…

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Ops! Não viu nada especial?

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Clique e veja outro post sobre imagens incríveis. É realmente fascinante.

Como as notícias distorcem a forma de ver o mundo

Palestra-Alerta da jornalista Alisa Miller.

É valida e interessante a representação gráfica das distorções. Que software será esse? Breve, mas significativo, mapeamento de algumas das causas da desinformação coletiva americana.

Meu destaque vai para 1.) o subinteresse na cobertura internacional, derivação do clássico eurocentrismo que só fez intensificar com o desastroso americanismo, e 2.) super-imposição espúria do jornalismo de consumo acima do jornalismo de reflexão.

Abraços
E boas reflexões :-)
Alexandre


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